Mostrando postagens com marcador A MENSAGEM DO TERCEIRO ANJO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A MENSAGEM DO TERCEIRO ANJO. Mostrar todas as postagens

22/09/2011

O QUE SIGNIFICA SER MEMBRO DA IGREJA


A MENSAGEM DO TERCEIRO ANJO

Sermão de A. T. Jones, pregado em 29.03.1903
General Conference Bulletin 1903

O QUE SIGNIFICA SER MEMBRO DA IGREJA

            "CRISTO amou a igreja, e a Si mesmo Se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a Si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Efésios 5: 25-27.

            Essa, como diz a palavra, é a igreja que CRISTO apresentará a Si mesmo quando Ele vier. JESUS amou essa igreja, a igreja, e deu-Se por ela; e quem quer que for dessa igreja quando ela for a igreja gloriosa, não tendo mancha ou ruga ou qualquer dessas coisas, deve amar a igreja, e dar-se por ela.
            Essa é a igreja pela qual DEUS dará Sua última mensagem a este mundo "nesta geração". Mas DEUS não pode ter essa igreja pela qual Ele possa dar aquela mensagem, até que DEUS encontre um povo que amará a igreja e dar-se-á por ela.
            Isto está na filosofia das coisas também; pois não está escrito, "Que essa mente esteja em vós, a qual também esteve em CRISTO JESUS"? E quando essa mente NEle O levou a amar a igreja, e a dar-Se por ela, o que essa mente fará em qualquer outra pessoa? Não preciso me deter mais sobre isto.
            A igreja é o corpo de CRISTO no mundo. É JESUS manifestado no mundo. E essa igreja, sendo Seu corpo, sendo Ele mesmo manifestado, amar essa igreja e dar-me por ela, não é nada menos, e não pode ser nada mais, do que amá-la e dar-me por JESUS.
            Ser membro nessa igreja, então, vem não por pertencer à igreja, a fim de pertencer a CRISTO, mas per­tencer a CRISTO, a fim de pertencer à igreja. E a diferença entre estas duas coisas é a diferença entre o mistério de DEUS e o mistério da iniquidade. O mistério da iniquidade exalta a forma, o nome, a idéia, da igreja, e então chama, e arrebata, e força, todo o mundo para dentro daquela igreja, a fim de que ela possa ser o que o mistério da iniquidade designa, - não para salvação, pois a salvação não está nela; não para a justiça, pois a justiça não está nela. As pessoas são as mesmas de antes, embora elas portem um nome diferente. Eles se conformam a diferentes formas de coisas do que faziam antes; mas no caráter, na vida, em tudo aquilo que eles sempre foram, eles são os mesmos como se eles não fossem membros da igreja em absoluto.
            Mas a igreja, a igreja de CRISTO, é Ele mesmo manifestado. Portanto, para pertencer a esta igreja de­vemos primeiro pertencer a Ele. E pertencer a esta igreja depende inteiramente de sermos membros de JESUS. E estarmos nesta igreja depende totalmente de estarmos em CRISTO. Então, quando entramos na igreja ao entrar­mos NEle, e estar na igreja ao estar NEle, isto nos torna uma nova pessoa. Isso muda o indivíduo num outro homem. Isto o torna cristão, tal como CRISTO, CRISTO manifesto.
            Então precisamos examinar-nos diariamente, cada um por si mesmo, e perguntar, "Sou membro da igre­ja? Não porque estou arrolado nos livros da igreja. Não. Sou um membro da igreja porque me uni à igreja, e esta é minha dependência? Mas, sou membro da igreja porque meu nome está no livro da vida? Sou um membro da igreja porque dei-me para CRISTO, e pertenço a Ele, e vivo e me movo e tenho meu ser NEle?" Tais como estes são os únicos membros da igreja que existe sobre esta terra. Não importa quanto tenhamos nosso nome no livro da igreja, nem quanto tempo temos sido membros da igreja por unirmo-nos ao que é uma idéia da igreja na for­ma, uma coleção de indivíduos. Não importa quanto tenhamos feito aquilo, nem por quanto tempo tenha sido fei­to, nunca seremos membros da igreja dessa forma.

            E embora possa acontecer que a oportunidade ou circunstâncias impeçam vosso nome de estar em qual­quer livro sobre a terra, ou em qualquer coleção de indivíduos sobre a terra, mesmo assim se estais unidos a JESUS, e viveis NEle, sois membro da igreja, embora sejais a única alma sobre a terra. Esta é a única verdadeira qualidade de membro da igreja de CRISTO, e o único modo de ser membro na igreja de CRISTO.
            CRISTO amou a igreja, e deu-Se por ela, para que Ele a pudesse santificar e limpar com a lavagem da água pela palavra; a fim de que Ele pudesse, apresentá-la para Si mesmo uma igreja gloriosa, não tendo nenhuma mancha ou ruga e coisa semelhante; mas que ela fosse santa e sem defeito. Portanto, essa mesma mente deve estar em todos, a fim de que sejamos cristãos. A única coisa para fazermos é amar a igreja, e dar-nos por ela, para que possamos ser santificados e limpos com a lavagem da água pela palavra, para que sejamos apresentados a JESUS, uma igreja gloriosa, não tendo nenhuma mácula ou ruga e coisa semelhante.
            CRISTO amou a igreja e deu-Se por ela. Estamos familiarizados com o pensamento que CRISTO "me amou e deu-Se por mim." E lemos nisso com outras escrituras ao mesmo propósito, que, em amar-me e dar-Se por mim, Ele me amou e deu-Se para mim.
            É o mesmo com a igreja. Ele amou a igreja, e deu-Se em favor da igreja; e ao amar a igreja, e dar-Se pela igreja, Ele tem amado a igreja, e dado a Si mesmo para a igreja. Então quando eu, a partir DEle, com Sua mente, e por intermédio DEle, amei a igreja, e dei-me por ela, eu amo a igreja, e dou-me para ela, tal que eu lite­ralmente pertenço à igreja.
            Umas poucas palavras sobre isto. É uma expressão comum, "Tal e tal pessoa pertence à igreja," "Eu per­tenço à igreja." A questão para perguntamos hoje é, Pertenço à igreja, ou pertenço ao mundo? Pertenço a mim mesmo, ou ao mundo; ou sou possuído, dominado e mantido pela igreja, tal que eu literalmente pertenço à igreja? Tenho eu me entregado à igreja? a CRISTO?
            Essa é a espécie de igreja que JESUS deixou quando Ele foi embora, ou pelo menos, que Ele tinha em poucos dias depois, quando Ele outorgou o ESPÍRITO SANTO, esse é o tipo de igreja, em outras palavras, que JESUS enviou ao mundo para começar Sua grande obra sobre a terra. E aquela igreja  desse tipo pequena em número alcançou o mundo com a mensagem de CRISTO naquela geração, que tinha passado a metade quando eles começaram. Não é uma questão de números, nem do tamanho do mundo, nem nada desse tipo que devemos con­siderar hoje ao dar esta mensagem ao mundo. A única coisa para considerarmos é isto, Todos os ASDs [Laodicéia o Remanescente] pertencem à igreja? Estabelecida esta questão, com os 75.000 ASDs hoje [em 1903], - que esses 75.000, cada um, individualmente, por si mesmo, pertença à igreja, - o problema mais fácil que jamais poderia ocorrer na terra seria dar a mensagem do terceiro anjo nesta geração.
            Havia 120 cristãos para começar naquele dia quando o Pentecoste caiu. Há agora [em 1903] arrolados não menos que 75.000 SDAs. O mundo não é maior hoje do que era quando os apóstolos começaram do Pentecos­te, quanto ao número de SDAs é mais que o número daquela ocasião. Então quando aquela pequena companhia pôde pregar o evangelho ao mundo tal que a Escritura podia dizer "a toda criatura debaixo do céu,"  na geração que era já metade passada, porque eles pertenciam à igreja, assim, hoje, é perfeitamente fácil para este número atingir o mundo no resto desta geração, se somente todos nós pertencermos à igreja. Há recursos abundantes. Os ASDs [Laodicéia o Remanescente] têm bastante dinheiro, mas nem todos pertencem à igreja. Esta é a dificuldade. Há dinheiro suficiente entre os ASDs [Laodicéia o Remanescente]  hoje para dar um ímpeto a esta mensagem  que alcançaria o mundo no resto desta geração, se somente esse dinheiro pudesse pertencer à igreja. Há facilidades suficientes, há talentos bastantes, há habilidade suficiente, todos os suprimentos que são necessários, ou que ja­mais serão precisos, se somente essas facilidades, esse talento, essas faculdades, pertencerem à igreja.
            E é uma questão de valor perguntar, Se meu dinheiro pertence ao mundo, pertenço eu à igreja? Se meus talentos, minhas abilidades são colocadas a serviço do mundo, como do mundo, e não a serviço da igreja, como da igreja, a questão merece consideração. Pertenço eu mesmo à igreja?
            Isso volta nossa atenção à questão, Quanto toma para me compor?  Quanto há de um homem? Podeis ter um homem aqui, e suas faculdades acolá, suas habilidades em outro lugar, e o fruto de suas faculdades, o fruto de suas habilidades, os resultados de sua vida e esforço, em ainda noutro lugar? Poderia isto ser, e o homem estar aqui, - tudo dele? - Não senhor. Todas as minhas faculdades, todo fruto de minha vida, devem estar onde estou, se eu mesmo devo estar ali. Não podemos escapar disso. Então, pertenço eu à igreja? Pertenço? Esta é a questão. Pertencem esses 75.000 ASDs à igreja? Esta é a questão.
            Para ilustrar: Suponde que tenho meu nome no livro da igreja, pertencendo à igreja. Sou um professor e gasto todo meu tempo, todo meu esforço, toda minha habilidade, e toda minha faculdade como um professor na escola do mundo; e ensinando na escola do mundo, no modo do mundo, na educação do mundo, vale perguntar, Pertenço à igreja? Estou amando a igreja e dando-me em favor dela? O que for que eu professar, minhas faculda­des, minha vida, o que sou na habilidade que DEUS me tem dado, a estou dando para o mundo, para a obra do mundo, e para os propósitos do mundo. Assim é. Então estou eu amando a igreja e dando-me em favor dela? Per­tenço eu à igreja?
            Suponde que eu seja um médico, e dou minha habilidade, meu talento, minhas faculdades, minha vida, e meu esforço para o caminho do mundo que é chamado medicina, o modo do mundo de tratar a doença. Fico como um membro da igreja, como pertencendo à igreja, e devo ser santificado e limpado com a lavagem  da água pela palavra de DEUS, e na palavra de DEUS foi dado à igreja o divino, o verdadeiro sistema de tratamento médico, a verdadeira filosofia e tratamentos com relação à saúde, doença, viver correto,  e todas essas coisas. Pertenço à igreja, para ser santificado e lavado com a lavagem da água por aquela palavra. Em vez de fazer o que a palavra me dá, à qual estou comprometido como pertencendo à igreja, eu tomo o que o mundo dá, e devoto ao mundo, aquilo que consegui do mundo, e pertenço à igreja. Pertenço?
            Pertenço à igreja para o propósito de ser santificado e limpo pela lavagem da água pela palavra de DEUS, para a igreja. Há nessa palavra, e essa palavra mesma é, um sistema de educação. Essa é a verdadeira e é a única verdadeira educação. Digo que pertenço à igreja, mas estou satisfeito com o sistema de educação do mun­do, com a filosofia de educação do mundo, e devoto minha vida a isso. Quero saber, Pertenço realmente à igreja? É precisamente assim também como para a profissão médica ou qualquer outra profissão.
            Sou um homem de outros negócios no mundo, quer seja comércio, ou agricultura ou carpintaria; quero dizer o diário, comercial, mundo de negócios. Afirmo que pertenço à igreja, e nos esforços que desenvolvo de pensamento, de empenho, a bênção de DEUS sobre tudo aquilo, a renda vem. Coloco aquilo no banco mundano. Não sou um especulador; pertenço à igreja. Mas aqui estão os meios que DEUS me tem dado como membro da igreja, e eu os coloco no banco mundano; empresto aquilo aos homens mundanos para ser usado nos negócios mundanos, em vez de na obra da igreja, à qual pertenço. Então é uma pergunta justa para eu fazer, Pertenço à igreja?
            Essas referências são suficientes para ilustrar. E agora não há aqui nenhum desses delegados que não pode olhar por toda esta terra e ver milhares e milhares de ASDs que estão numa posição de pertencer à igreja, que deixa uma questão bem aberta para cada um indagar, Pertenço à igreja? E todos aqui sabem que se todos os ASDs [Laodicéia o Remanescente] nos Estados Unidos [mundo], a partir de hoje, quiserem realmente pertencer à igreja, vós mesmos confessareis que sem dúvida esta mensagem poderia ser dada ao mundo nesta geração. Podeis dizer amém a isto. Sabeis que assim é. Então vede, irmãos, o problema não é difícil. É exatamente esta questão a ser decidida, por cada um, por si mesmo, Pertenço eu à igreja?
            E agora não devo eu, achar-me a mim mesmo, minhas faculdades, ou meus recursos envolvidos no mundo, ou empregados na obra do mundo - não devo eu, não deveis vós, tirá-los de lá, e colocá-los na obra da igreja, alistá-los na causa da igreja na terra, à qual pertenço? Que isto seja feito, e sabeis que essa espiritualidade abalaria o mundo. Pensai nisto! Se todos os ASDs [Laodicéia o Remanescente] nos Estados Unidos [mundo] real­mente considerassem isto, e amassem a igreja, se dessem a si mesmos, com seus filhos, em favor da igreja, e para a igreja, como ficaria nossa obra de educação? Ela ficaria onde deveria estar. E tal consagração como essa traria tal poder do céu que o ensino seria fácil. A falta de professores não seria tal como é agora.
            E assim, com todo o resto, se todos os ASDs [Laodicéia o Remanescente] na terra voltassem suas famí­lias para a educação cristã, para a educação que se torna a igreja, e que o mundo está chamando para a igreja dar, e para a necessidade disso, e por causa da falta disso, o próprio mundo está dizendo que a igreja em educação está decrescendo distintamente em quantidade, - se isto fosse feito, o mundo poderia facilmente ser alcançado nesta geração.
            É tempo para que haja apenas uma igreja no mundo que se levante e seja, não uma quantidade decrescen­te em educação, mas que seja a coisa toda em educação. Se os ASDs [Laodicéia o Remanescente] quisessem re­almente se entregar para a igreja, amando-a e dando-se para ela, com todos os seus talentos, todos os seus recur­sos, todos os seus poderes, então o problema todo do mundo seria resolvido. As facilidades do mundo são abun­dantes. No dircurso do Irmão Daniell da última noite isto foi-nos apresentado. O Irmão Conradi hoje mostrou como os campos estão abertos e todos prontos para a ceifa. As profecias, tão abundantes, mostrando que agora é o tempo têm sido apresentadas. Oh, que este povo se apresente hoje para CRISTO, amando a igreja e dando-se por ela! Que este povo, digo, apresentemo-nos a CRISTO como Sua igreja, para amar esta igreja, para entregar­mo-nos por ela, para darmo-nos para ela, com todo nosso esforço e todos os frutos de nosso esforço, de qualquer espécie. Então, oh, ela será como foi antes; esta será uma igreja santa, não tendo mancha nem ruga nem qualquer coisa semelhante.
            A igreja é o pilar e a base, o apoio e o esteio, da verdade no mundo. O único meio pelo qual este mundo pode obter a verdade é pela igreja. Pode ser que a igreja, como aquela igreja de Israel e Judá, de si mesma volun­tariamente não espalhe esta verdade ao mundo. O povo pode, como Israel e Judá, isolar-se do mundo, e assim falhar de dar a verdade ao mundo. Mas se isto deve ser assim, então a igreja será espalhada, como foi Israel e Judá, entre as nações de pagãos; e lá, na opressão e servidão, as nações encontrarão a verdade através da igreja. Assim, de qualquer jeito que for, o único modo em que as nações podem alcançar a verdade é da igreja; portanto, assim é como a igreja de CRISTO, que é o corpo de CRISTO, é o pilar e o solo, o apoio e o esteio, da verdade no mundo. É isto que mantém viva a igreja na terra.
            Como, então, pode o mundo obter a verdade de mim, como da igreja, quando todos os meus esforços estão alistados e gastos na ocupação do mundo e na filosofia de ocupação do mundo? Pode isto ser feito? - Não, senhor. O mundo não pode ver a igreja em mim nessa condição de coisas. A fim de a verdade alcançar o mundo por meu intermédio, que sou da igreja, é essencial que eu faça a obra como a obra da igreja. Se sou um agricul­tor, um agricultor da igreja. Se sou um professor, um professor como representante da igreja. Se sou um médico, sou um representante da igreja, e faço meu trabalho que se fosse da igreja. Portanto, isto apela para que cada um de nós que professa pertencer à igreja, assim pertença à igreja, que tudo que vem no curso de nossas vidas será distintamente da igreja, se relacionará à igreja, e faremos aquilo para a glória de DEUS como da igreja.
            Então, oh, então, que a igreja seja tão repleta da verdade com a qual ela é plena, que a glória de DEUS que está naquela verdade brilhará, e o mundo a verá, aquele gloriosa igreja. A glória do SENHOR será vista so­bre ti, e a palavra será realizada de que ela se levantará e brilhará, pois sua luz é vinda, e a glória do SENHOR se levantará sobre ela. Sabeis que assim é.
            Ora, tudo isto é apenas ter dito, em outras palavras, que nos dias da voz da sétimo anjo, quando ele co­meçar a soar, o mistério de DEUS será terminado como Ele declarou a Seus servos os profetas.
            Aquele mistério de DEUS terminado é o evangelho pregado a todo o mundo, para que o fim possa vir. Aquele mistério de DEUS terminado no mundo é a obra de DEUS terminada na pregação do evangelho às nações.
            E é mais do que isto, junto com isto. O mistério de DEUS é DEUS manifesto na carne. O mistério terminado de DEUS é a conclusão, a perfeição, da manifestação de DEUS na carne, nos crentes em JESUS que pertencem à igreja.
            Assim há dois lugares ocupados na terminação do mistério de DEUS. Um lugar é o próprio mundo, ao qual o evangelho deve ser pregado; o outro lugar é a vida dos crentes da verdade. Devemos pregar e proclamar em palavras aos confins da terra, a cada alma sobre a terra em nossa geração, para que aquela fase da obra seja completada, e seja terminada; não obstante, se a manifestação de DEUS nas vidas dos que pregam o evangelho não estiver completada também, poderemos pregar o evangelho dez mil anos, e o fim nunca virá. Não é simples­mente que o evangelho seja pregado a todo o mundo, e encha todo o mundo; mas é que quando isto for feito, ha­verá um povo preparado para encontrá-Lo no fim. Sem o término daquela manifestação de DEUS na carne de cada crente, não pode haver nenhuma conclusão do mistério de DEUS. Esse mistério terminado - DEUS manifes­tado na carne - marcai isto - significa que somente DEUS deve ser visto em cada ato da vida do crente; tal que em sua vida DEUS seja manifestado. Somente isto é a manifestação do mistério de DEUS, no modo que valha. E sabeis que se o caminho estiver bem aberto, e DEUS tomar posse e encher as vidas dos 75.000 professos crentes hoje, seria a coisa mais fácil do mundo atingir todas as nações, tal que o fim viria.
            Novamente: Sabeis que o mistério de DEUS é "CRISTO em vós, a esperança da glória." Então o misté­rio terminado de DEUS é o término do crescimento, a manifestação da vida de CRISTO nos crentes, tal que fica­remos neste mundo na imagem de JESUS CRISTO, refletindo apenas Ele, para que quando os crentes forem vis­tos, somente CRISTO será visto: tudo o que é dito, tudo o que é feito, todo tom de voz, tudo que somos falará apenas de CRISTO. Somento isto é a conclusão do mistério de DEUS em verdade, do modo que conta. E essa é a igreja que Ele apresenta a Si mesmo.
             Porém mais: o dom da graça de DEUS e de Seu ESPÍRITO é para a igreja "para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra de, o ministério, para a edificação do corpo de CRISTO," a construção da igreja, até que che­guemos, não esqueçais disto, "até que todos cheguemos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de DEUS, até o homem perfeito, até a medida da estatura da plenitude de CRISTO:" para que nos portemos neste mundo como CRISTO Se portou quando aqui esteve. Somente este é o término do mistério de DEUS.
            Mas isto não é difícil. Isto não precisa demorar, porque o cristianismo é criação, não evolução. - Cristia­nismo é criação, não evolução. DEUS fala, e assim é. Não demora uma longa série de eras para desenvolver, para evoluir. Não. Somos a Sua manufatura, criados em CRISTO para boas obras, que DEUS de antemão orde­nou que andássemos nelas. Tudo que é necessário é a submissão. Tudo que é necessário é colocar esta denomi­nação, esta coleção completa de pessoas, tão dentro da igreja, e tornar-nos tão da igreja que a obra será terminada nesta geração, é a incondicional entrega a JESUS CRISTO, e esta submissão mantida para sempre.
            E esta conclusão do mistério de DEUS é somente, de outro modo, a história da purificação do santuário. Quando o anjo falou sobre o assunto dos 2.300 dias, ele o fez diferentemente do modo como costumamos apresen­tar, e do modo em que tenho ouvido muitos outros falarem. Quando o anjo veio falar a Daniel sobre o assunto dos 2.300 dias, ele começou assim: "Setenta semanas estão determinadas para o teu povo e para a santa cidade." Elas começarão na "saída da ordem para restaurar e construir Jerusalém", e continuará "sessenta e nove semanas, até o MESSIAS o Príncipe": e então após aquilo, 1810 anos e meio que levará até 1844, e então o santuário será purifi­cado. Isto está naquilo, mas este não é o sermão do anjo aqui.
            Ouvi: Isto é o que o anjo disse, e isto é o que ele pregou nos 2.300 dias: "Setenta semanas estão deter­minadas sobre o teu povo e sobre tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e expiar a iniquidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e ungir o Santo dos santos." Dani­el 9: 24. Qualquer pregação do santuário, qualquer estudo do santuário, e proclamação do santuário, que não pre­gue e proclame que o término da transgressão na vida daquele que prega isto; que não significa, e não se manifes­ta em acabar com os pecados em sua vida; que não inclui fazer a expiação da iniquidade naquele que dá a mensa­gem; que não traz a justiça eterna para dentro da vida daquele que está pregando; não é a pregação da mensagem da purificação do santuário em absoluto. O mensageiro deixa de fora a própria coisa que o anjo de DEUS, ao a­presentá-la, torna a essência da história inteira.
            Mesmo assim, irmãos estão nesta audiência que conhecem homens que sabem de cor a profecia dos 2.300 dias, e contudo não conhecem em suas vidas o término da transgressão, que não sabem dar um fim aos seus pecados, que não conhecem nenhuma expiação de suas próprias iniquidades, e não têm nenhuma justiça eterna para guardá-los de pecar. Sabeis que assim é. Então esse tipo de pregação do santuário e de sua purificação nunca trará a purificação do santuário, e nunca nos levará ao fim. Não, senhor.
            Há uma purificação do santuário no céu. Isto é verdadeiro. E enquanto isto prossegue no céu, e há um término de pecados lá [Nota: Não há pecados no céu senão os nossos, tranferidos para lá por JESUS, para que Ele possa agora colocá-los sobre o bode emissário.], e uma expiação da iniquidade lá, e término da transgressão lá, e tudo aquilo, todavia se aquilo também não é feito nos santos e crentes sobre a terra, então a purificação do santuá­rio nunca pode terminar. Nunca poderemos, neste caso, chegar ao fim deste mundo. Assim a purificação da igreja dos santos sobre a terra deve manter o passo, deve ser exatamente na proporção com a purificação do santuário no céu, ou essa igreja nunca estará atualizada.
            Ora, coloquemos de outra forma: Embora eu pregue a fim da transgressão nas vidas dos indivíduos; e embora eu pregue colocar um fim aos pecados, e fazer expiação pela iniquidade, e trazer a justiça eterna, para dentro da vida dos indivíduos; e todavia não pregue com aquilo o santuário e sua purificação, isto não é a terceira mensagem angélica. Aquele grande dia não pode vir até que o santuário seja purificado. O santuário não pode ser purificado até que a transgressão esteja terminada em vossa vida e na minha; até que seja dado um fim aos peca­dos na vossa vida e na minha; e a expiação feita pelos pecados que tenham sido cometidos; e então, oh, então, no lugar daquilo tudo, seja trazida a justiça eterna, para nos manter firme no caminho da justiça.
            Sabeis que dificuldade temos tido para manter a justiça na vida. Nós a amamos; entregamo-nos a ela, em submissão; mas isto aparece, e aquilo vem, e o outro, e ficamos fracos, e falhamos, e perdemos o poder daquela justiça fora da vida que sozinha pode torná-la justiça eterna. Oh, então, nesta IASD [Laodicéia o Remanescente], entre essas pessoas que se mantêm como pertencendo à igreja, há necessidade de tal purificação do santuário, tal ideía da purificação do santuário que findará a transgressão na vida de todo SDA [Laodicéia o Remanescente], dará um fim ao pecado ali, e fará reconciliação por todos os pecados que sempre estiveram ali, e introduz, oh, para trazer para dentro a justiça eterna, - uma justiça que vem para ficar, uma justiça, que vem para habitar, uma justiça que vem para governar, eternamente, e para guardar-nos para as mansões celestiais!
            Vossos corações e mentes testemunham que somente isto pode ser qualquer verdadeira purificação do santuário. E vossos corações e mentes testemunharão também a isto, que se pode haver tal consagração, tal sub­missão, como aquela: se pode haver o recebimento de tal purificação como essa; e pertencer à igreja, realmente assim; o dar esta mensagem, o término desta obra, não demorará mais, pode ser realizada nesta geração que res­ta.
            E, irmãos, vossos corações testificarão, também, que sem aquelas coisas podemos falar, e falar, e falar, sobre ela, e tudo isto ser verdadeiro; mas podemos falar tudo aquilo, e não terminará nesta geração.
            Então aqui estamos. Agora não nos entregaremos, oh, não nos daremos verdadeiramente para pertencer, literalmente para pertencer à igreja, amando a igreja, dando-nos por ela, submetendo-nos à ela, para que assim sejamos purificados neste dia de purificação do santuário, com a lavagem da água pela palavra; para que CRISTO possa apresentar a Si mesmo, como Ele tem estado desejoso, saudoso, todos estes anos para fazer uma gloriosa igreja, não tendo mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e sem defeito?

A MENSAGEM DO TERCEIRO ANJO


Sermão nº 4 - Conferência Geral de 1893
Por A.T. Jones
------------------------
Nota do tradutor: Este sermão foi pregado quase cinco anos após as mensagens de Jones & Waggoner, sobre a Justificação pela Fé, terem sido recusadas pelos líderes, pastores e leigos da IASD, na reunião de Mineápolis de 1888. Se a IASD tivesse aceito as mensagens, de acordo com a Sra. White, JESUS teria vindo naquela época.
            "Vi que Jones e Waggoner tiveram sua contrapartida em Josué e Calebe. Como os filhos de Israel ape­drejaram os espias com pedras literais, vós apedrejastes esses irmãos com pedras de sarcarmo e ridículo. Vi que vós voluntariamente rejeitastes o que sabíeis ser a verdade. Apenas porque ela era por demais humilhante para a vossa dignidade. Vi alguns de vós em vossas tendas arremedando e fazendo toda a sorte de galhofas desses dois irmãos. Vi também que se tivéssemos aceito a mensagem deles teríamos estado no reino após dois anos daquela data, mas agora temos de retornar ao deserto e ficar 40 anos." E.G.White, Escrito de Melbourne, Austrália, 09.05.1892.
            Em 1892, a Suprema Corte dos Estados Unidos havia declarado "esta é uma nação cristã", contrariando a constituição americana, e virtualmente ligando a Igreja com o Estado. Essa declaração da Suprema Corte ameri­cana foi muito explorada pelos protestantes que queriam impor uma legislação dominical. Para Jones, estava for­mada a imagem da besta, e tinha-se de dar o alto clamor, pois logo viriam as sete últimas pragas.
------------------------
            Uma questão foi levantada.
            Pergunta: Podem os Estados Americanos logicamente recusar alinharem-se com a decisão da Suprema Corte, definindo a constituição nacional em sua relação com a religião?
            Pastor Jones - Não senhor. Na verdade os Estados Americanos não precisam fazê-lo. A Suprema Corte dos Estados Unidos alinhou-se com os Estados Americanos. Este é o modo como a coisa já foi feita. Esse é o dano dela.
            Começo a lição desta noite lendo Apocalipse14:9. "E o terceiro anjo seguiu-lhes dizendo com alta voz, 'Se alguém adorar a besta e sua imagem, e receber sua marca em sua fronte ou em sua mão.'" Não preciso apre­sentar nenhuma outra evidência nesta noite para mostrar que estamos no tempo em que esse verso está cumprido, do que meramente referir os pontos que mencionamos na noite passada. Três pontos distintos que foram notados na última noite encerram naquela coisa. Ora, essa é a advertência que devemos dar ao mundo. E ninguém pode dar a mensagem do terceiro anjo sem dá-la exatamente como se lê. Mas qual é a conseqüência de desconsiderar a mensagem daquele verso? - O vinho não misturado da ira de DEUS. Então qual é a próxima coisa que vem àquele respeito? Quero dizer no cumprimento dessa profecia, qual é a próxima coisa à qual devemos olhar? [Audiência: "A ira de DEUS."] Sim.
            Ora, chegamos ao alto clamor, não é? Esta parte da profecia é alcançada. Chegamos à imagem da besta; esta parte está atingida; essa profecia está cumprida. Ora, de certo, na operação da imagem da besta há muitas coisas a virem no cumprimento daquilo, mas todas essas coisas - perseguições, milagres enganadores, etc. - são simplesmente a conseqüência do que foi feito: simplesmente o falar e o agir da imagem que já está feita. Não pre­cisamos buscar agora por qualquer grande, maravilhoso, marcante movimento na legislação ou no governo para cumprir esta parte da profecia, porque a imagem está feita. Aquilo está cumprido. O que vem no futuro na le­gislação e nas lutas e contendas e tumultos e guerras, com o mal que virá, é simplesmente o inevitável resultado e conseqüência daquilo. Então, o que haverá a seguir na linha desta profecia que está aqui diante de nós? Apocalip­se 14: 9,10. [Audiência, "A ira de DEUS."] Sim.
            Posso colocar a questão de outro modo agora, para tornar mais claro. Existe qualquer peça na legislação, qualquer ação especial deste governo para a qual devemos agora olhar como o cumprimento desta profecia em correlação com a feitura da imagem da besta? A que temos olhado por todo tempo? Estivemos olhando pela le­gislação - alguma ação a ser feita ou algo a ser feito no ou pelo governo que faria a imagem da besta. Sobre isso era o que nossos olhos estavam o tempo todo. Mas agora olhamos mais para aquilo? [Audiência - "Não senhor."] Verdade. Agora então aquilo foi feito, não é tudo pertencente à imagem da besta naquilo? e tudo o que vem dora­vante com relação à imagem da besta, e sua obra, não é nada mais do que a conseqüência do que aqui agora está? Então tudo o que vier doravante pertencente à imagem da besta, sendo que está feita, que grande ponto nas pala­vras da mensagem vem a seguir? [Audiência, "As sete últimas pragas".] Sim. A próxima coisa que segue a obra da imagem da besta naquela profecia é, As sete últimas pragas.
            Agora coloquem as três coisas juntas. Estivemos procurando pela imagem da besta, a seguir, as sete úl­timas pragas, e depois, a vinda do SENHOR. A imagem da besta veio, não foi? A vinda do SENHOR está no fu­turo, não está? Mas as sete últimas pragas estão entre a imagem da besta e a vinda do SENHOR. Então, qual é a grande, marcante coisa na história deste mundo, e da humanidade, e da salvação? - As sete últimas pragas. Sendo assim, torna-se-nos coisa muito séria onde estamos vivendo, não é? Também torna-se para nós pensar seriamente como estamos vivendo.
            Alguém da audiência - É necessário alterar a Constituição?
            Pastor Jones - A constituição, nada! Agora, não mais temos constituição. Ela foi colocada de lado. Foi claramente colocada fora do caminho. Não mais podemos usá-la. Que poderia uma emenda fazer mais do que já foi feito? Não vistes que eles colocaram de lado a Constituição? Que poderia alguém querer com uma emenda?
            Mas o pensamento que quero colocar diante de vós é que o próximo grande e assinalado evento na histó­ria deste mundo e na obra da salvação, é o que é falado aqui no texto. Devemos dar esse aviso ao mundo. - "Se alguém adora a besta e a sua imagem, e receber a sua marca em sua fronte, ou em sua mão." Esta é a advertên­cia que devemos dar. Bem, em vista do quê é o aviso dado? [Audiência - "O vinho da ira de DEUS."] Que é o vinho da ira de DEUS? [Audiência - "As sete últimas pragas."] Apocalipse 15: 1. Então não é verdade que as sete últimas pragas são a próxima coisa a ocorrer depois da advertência? e que o aviso terminará com as sete últimas pragas? Estamos agora onde aquele aviso começa com uma alta voz em suas próprias palavras. Então não é o que começa agora a obra que agora está em nossas mãos terminar ao serem trazidas diante de nós as sete últimas pra­gas? [Audiência - "Sim senhor."] Quando essa obra de advertência estiver feita, onde estaremos? [Audiência - "No derramamento das pragas"].
            Agora estais satisfeitos de que assim é? Estais satisfeitos de que as sete últimas pragas são a próxima coi­sa que vem, após darmos este aviso ao mundo? [Audiência - "Sim senhor."] Então, ao irmos dar este aviso, não está na natureza do caso o que devemos fazer em vista das pragas que cairão sobre aqueles a quem falarmos? e que devemos ser fiéis àquela mensagem nós mesmos, que a estamos dando, se quisermos ser protegidos quando as pragas caírem, de que a mensagem fala? Mas quem será protegido naquele tempo? Aqueles que têm "a cobertura do Onipotente" sobre eles. E aquela cobertura do Todo-poderoso é a cobertura que o profeta Isaías falou a respei­to, dizendo, "Grandemente me regozijarei no SENHOR, minha alma alegrar-se-á em DEUS; pois Ele me cobriu com as vestes da salvação, Ele me cobriu com o manto da justiça, como o noivo se enfeita com ornamentos, como a noiva se adorna com suas jóias." Isaías 61:10. Essa é a cobertura que DEUS põe sobre Seu povo, que protege a cada um da ira de DEUS, agora e para sempre. Tendes vós esse manto de justiça?
            Agora outra coisa exatamente ali. Estamos vivendo à vista de outro fato terrível, isto é, se essa mensa­gem que devemos dar não for recebida, ela tem ligada a si as terríveis conseqüências de que o vinho da ira de DEUS será recebido; tal que quando a mensagem terminar, a ira de DEUS a sucede. Digo que estamos vivendo na presença desse fato. E a obra que deve levar a todos face à face com esse fato, como está aqui registrado, deve começar agora. Portanto, não dará ela um poder à reforma da saúde que ainda não deu? Quando a reforma da saúde foi dada ao povo de DEUS, ela foi definida como aquela que é para adequar o povo para a transladação. Esse é o significado da reforma da saúde. A coisa principal, a grande coisa, que DEUS quer que a reforma da saúde faça, é preparar Seu povo para a trasladação. Mas teremos de passar pelas sete últimas pragas antes de ser­mos transladados; e se o sangue de uma pessoa é impuro e cheio de matéria crassa, estará ele apto para atravessar aquele tempo, quando o ar estiver doente de pestilência? Certamente que não.
            Isso nos leva a enfrentar solenes experiências, não é? E algumas mais solenes verdades. Muitas grandes questões solenes nos foram aqui apresentadas. E irmãos, há ainda muitas mais que ainda nos virão. Estamos no tempo mais solene jamais visto. Consideremo-lo.
            Agora consideremos os pontos que já foram apresentados nas diferentes lições que foram dadas, os pen­samentos perquiridores, e as experiências solenes em nossa profissão de religião, aos quais fomos levados a en­frentar. Quero saber agora como será possível termos essas experiências sem JESUS CRISTO inteiramente? Gos­taria que alguém dissesse. [Audiência - "Não podemos fazê-lo."] De certo que não podemos. Então irmãos, per­mitamos que Ele venha em Sua plitude tão rápido quanto possível. Precisamos Dele a cada momento, e cada lição sucessiva mais nos mostra nossa necessidade Dele.
            Agora como há outros pontos que quero apresentar nesta noite, para o propósito presente apenas esboça­remos qual é a lição adicional das pragas.
            Quando a primeira praga cair, ela cai sobre os que "receberam a marca da besta e aqueles que adoraram sua imagem." (Apoc. 16:1,2) - o próprio povo a quem os avisos desta mensagem foram dados. Então as pragas seguem-se umas às outras em sucessão direta, até a sexta, sob a qual os espíritos maus reúnem "os reis da terra e do mundo todo" para a batalha do grande dia do DEUS Todo-poderoso. Apoc. 16:14-16. Essa batalha será com­batida quando o Salvador vier, pois "Vi a besta e os reis da terra e seus exércitos, reunidos para fazer guerra con­tra Aquele que está sentado sobre o cavalo e contra o Seu exército. E a besta foi tomada e com ela o falso profeta que fazia milagres diante dela, com os quais ela os enganou aqueles que haviam recebido a marca da besta e os que adoravam sua imagem." Apoc. 19: 11,19,20. E naquele tempo o sétimo anjo derramou sua taça no ar e saiu uma grande voz do templo do céu procedente do trono dizendo, Está feito. E há vozes, e trovões e relâmpagos; e há um grande terremoto, tal como nunca houve desde que há homem sobre a terra tão poderoso o terremoto e tão grande. Toda ilha fugiu e as montanhas não se acharam. O céu se enrolou como um livro e toda montanha e ilha moveram-se de seus lugares. Apoc. 16: 17,18,20; 6:14. E a besta e sua imagem "o SENHOR os consumirá com o ESPÍRITO de Sua boca e destruirá com o brilho de Sua vinda." II Tes. 2:8. E o remanescente do mundo mau que não pereceu na batalha do Armagedom, "foram mortos com a espada Daquele que sentava sobre o cavalo, cuja espada procedia de Sua boca." Apoc. 19:21. A espada Daquele que senta sobre o cavalo é o brilho da vinda do SENHOR.
            Então, os eventos que estão direta e inseparavelmente ligados com o fim do mundo são os eventos que seguem a obra, para a consecução da qual estamos agora completamente calados. Este é o fato vivo agora.
            Irmãos, credes vós que as sete últimas pragas estão vindo, tão certo quanto a imagem da besta veio? [Audiência - "Sim, senhor".] Honestamente, agora? [Audiência - "Sim."] Ora, procuramos pela imagem da besta vindoura. Ela veio. Agora o que devemos procurar? - As sete últimas pragas. Credes vós que o fim do mundo está vindo, com as sete últimas pragas, tão certo quanto a imagem da besta está feita? [Audiência - "Sim."] Cre­des vós que o fim do mundo vem quando as sete pragas vierem? [Audiência - "Sim."] Então irmãos, essas coisas significam algo para nós exatamente agora.
            Deixaremos esse ponto ali agora, e tomaremos outro pensamento com referência ao nosso governo, e que conseqüências deve haver, e somente pode ser, do que o governo fez agora; isto é, as conseqüências para o pró­prio governo.
            Comecemos com Atos 17:26,27. Paulo está chamando a atenção do povo de DEUS; e ele diz "E DEUS fez de um sangue todas as nações de homens para habitar sobre toda face da terra, e determinou o tempo antes apontado, e os limites da habitação deles." Então DEUS fez esta nação de homens para morar sobre a terra, e determinou os limites das habitações das pessoas desta nação e quanto espaço esta nação deve ocupar. E Ele deu uma porção de tempo para esta nação. Para que deu Ele isto? O próximo verso diz: "Para que eles busquem ao SENHOR, se, porventura, tateando, O pudessem achar, ainda que não está longe de cada um de nós." Se eles pudessem examinar e achá-Lo por acaso? - Não, não há acaso sobre isto. Se eles O buscassem, o que ocorreria? Eles O encontrariam. Se alguém buscá-Lo, achá-Lo-á.
            No quarto capítulo de Daniel aprendemos que DEUS governa no reino dos homens e o dá a quem Ele quer. A idéia de DEUS sobre as nações é que elas O busquem. Bem, então quando uma nação rejeita ao SE­NHOR, que utilidade tem ela para DEUS? - Nenhuma. Mas rejeitará DEUS a nação enquanto ela buscá-Lo? - Não senhor. Cortará DEUS uma nação, enquanto houver qualquer pessoa lá que busque ao SENHOR? - Ele não o fará. Ele não o fez antes do dilúvio. Nem fez Ele em Sodoma e Gomorra. Se Ele tivesse achado dez pessoas que buscassem ao SENHOR, em Sodoma e Gomorra, Ele não teria destruído aquelas cidades. Mas Ele não as encon­trou.
            Quando Ele fez a promessa a Abraão, Ele lhe disse, "Saibas, de certo, que peregrina será tua semente em terra que não é sua; e servi-los-á e afligi-la-ão quatrocentos anos. Mas também Eu julgarei a gente à qual ser­virão, e depois sairão com grande fazenda. E tu irás a teus pais em paz; em boa velhice serás sepultado. E a quar­ta geração tornará para cá; porque a medida da injustiça dos amorreus não está ainda cheia." Gênesis 15: 13-16. Tinha DEUS estabelecido limites para a habitação deles? Sim. Por quê DEUS assim fez? - Para que buscassem ao SENHOR. Enquanto houvesse qualquer possibilidade de eles buscarem ao SENHOR, eles manteriam o lugar onde DEUS os tinha colocado. E o SENHOR não daria a terra a Abraão, Seu amigo, nem à semente de Abraão, en­quanto houvesse pessoas lá que buscassem ao SENHOR. O povo de DEUS não poderia ocupar a terra, porque a iniquidade dos amoritas ainda não estava cheia. Mas quando a iniquidade dos amoritas se completou, eles não ti­nham mais utilidade.
            Quando o SENHOR estabelece um povo sobre a terra para buscar ao SENHOR, e eles não O buscam, qual será a utilidade de eles continuam sobre a terra? Deixá-los permanecer na terra após isso era apenas para perpetuar a iniquidade sem nenhuma utilidade. Assim o SENHOR levou Seu povo para lá naquele tempo e expul­sou os amoritas. DEUS disse ao Seu povo para não fazerem como os amoritas, senão a terra os expulsaria como vomitou os amoritas. Mas Seu povo fez a própria coisa que DEUS disse para não fazer. E a terra os esvaziou e DEUS os entregou nas mãos do rei de Babilônia.
            DEUS estabeleceu o reino de Babilônia para um propósito; Ele estabeleceu os limites da habitação deles para quê? Era para que eles buscassem ao SENHOR. Nabucodonozor buscou ao SENHOR em seus dias e pro­clamou a glória do SENHOR, a honra ao SENHOR, e a existência do SENHOR, a todas as nações da terra. Lembrai-vos da proclamação que ele fez no capítulo quatro de Daniel: "Pensei ser bom dizer o que o Altíssimo tem feito por mim." E ele contou sua experiência. Leiamos quão longe sua proclamação atingiu: - "Nabucodono­zor o rei, a todos os povos, nações e línguas que habitam em toda a terra; paz vos seja multiplicada. Pensei ser bom mostrar os sinais e maravilhas que o Altíssimo DEUS realizou em meu favor. Quão grande são Seus sinais! e quão poderosas são as Suas maravilhas! Seu reino é um reino eterno e Seu domínio é de geração em geração."
            O SENHOR havia dito a Nabucodonozor que Ele lhe havia dado todas aquelas terras ao redor e todas as nações, e que elas deveriam servi-lo, e ao seu filho e ao filho de seu filho até ao próprio tempo que veio para sua terra, e depois, o que ocorreria? Muitas nações se serviram dele. DEUS determinara o tempo antes apontado tanto quanto o limite de sua habitação; tal que quando o tempo de sua terra chegasse, muitas nações se serviriam de Babilônia.
            O filho de Nabucodonozor o sucedeu, depois seu neto. Ao invés de Belsazar buscar ao SENHOR e ho­nrá-Lo, ele tomou os vasos da casa do SENHOR e os usou em suas festas lascivas, voltando assim completamente suas costas a DEUS. Então que mais utilidade teve o SENHOR dele e de sua nação? Nenhuma. Naquela mesma hora vieram os dedos da mão de um homem e escreveram na parede na presença do rei. E o significado das pala­vras que foram escritas, é este: "DEUS numerou teu reino, e o terminou. Foste pesado na balança e achado em falta. Teu reino está dividido e dado aos Medos e Persas."
            Assim o SENHOR trouxe os Medos e Persas. Buscaram eles ao SENHOR também?
            DEUS havia chamado Ciro pelo nome antes de ele chegar lá. Ciro então não conhecia o SENHOR. O SENHOR disse: "Eu te nomeei, embora não Me conhecesses." Mas Ciro encontrou ao SENHOR, e proclamou Seu nome para todas as nações. O profeta de DEUS em Babilônia levou a palavra de DEUS a Ciro; e então vede o que Ciro fez. Esdras 1:1-3: -
            "No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do SENHOR, por boca de Jeremias), despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o reino, como também por escrito, dizendo: Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR, DEUS dos céus, me deu todos os reinos da terra; e Ele me encarregou de Lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá. Quem há entre vós, de todo o Seu povo, seja seu DEUS com ele, e suba a Jerusalém, que é em Judá, e edifique a casa do SENHOR, DEUS de Israel; Ele é o DEUS que habita em Jerusalém."
            Ciro achou o SENHOR, e O proclamou a todas as nações da terra. Isto foi feito mesmo antes de Ciro vir. Dario sucedeu Belsazar. Lemos em Daniel 6: 26,27 o que Dario fez:
            "Da minha parte é feito um decreto, pelo qual em todo domínio do meu reino os homens tremam e temam perante o DEUS de Daniel; porque Ele é o DEUS vivo e para sempre permanente, e o Seu reino não se pode des­truir; o Seu domínio é até o fim. Ele livra, e salva, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; Ele livrou Da­niel do poder dos leões."
            Essa é uma esplêndida proclamação de DEUS e Sua glória e Seu poder. Isto soa como as palavras do próprio Daniel. Bem, os Medos e Persas buscaram a DEUS e O acharam. Mas voltemos agora ao 11º capítulo de Daniel e lá lemos:
            "Eu, pois [isto é, o anjo Gabriel] no primeiro ano de Dario, o medo, levantei-me para o animar e forta­lecer. E, agora, te declararei a verdade: Eis que ainda três reis estarão na Pérsia, e o quarto será cumulado de grandes riquezas, agitará todos contra o reino da Grécia. Depois se levantará um rei valente, que reinará com grande domínio e fará o que lhe aprouver. Mas, estando ele em pé, o seu reino será quebrado e será repartido para os quatro ventos do céu." Daniel 11:1-4.
            Essa é a Grécia. Agora leiamos em Daniel 10:20: - "Então disse ele [Gabriel]: Sabes por que eu vim a ti? Eu tornarei a pelejar contra o príncipe da Pérsia; e, saindo eu, eis que virá o príncipe da Grécia."
            O anjo ficaria lá até quando pudesse suportá-lo, e quando eles tivessem ido longe demais, que não mais buscassem ao SENHOR, o anjo ir-se-ia, e quando o anjo fosse, a Pércia também ir-se-ia. E a Grécia veio. Mas para que o SENHOR estabeleceu a Grécia? Para que eles buscassem o SENHOR. Agora leiamos Daniel 8:21-23: - "Mas o bode peludo é o rei da Grécia; e a ponta grande que tinha entre os olhos é o primeiro rei; o ter sido quebrada, levantando-se quatro em lugar dela, significa que quatro reinos se levantarão da mesma nação, mas não com a força dela. Mas, no fim do seu reinado, quando os prevaricadores acabarem, se levantará um rei feroz de cara, e será entendido em adivinhações."
            Assim vedes que cada vez, é por causa de a transgressão ter chegado a sua plenitude, que uma nação cai; e os transgressores atingem ao máximo, quando se colocam contra o SENHOR. É porque a medida de sua iniqui­dade está cheia que outro reino vem. Então podeis ver que a filosofia do assunto está contida nesse verso, que DEUS estabeleceu as nações para que elas busquem ao SENHOR, e quando elas recusam, e voltam-Lhe as costas, então a própria coisa é, que aquela nação deixe o mundo. Nada mais há para ela.
            A nação que seguiu a Grécia foi Roma. E CRISTO veio nos dias de Roma; e o evangelho de CRISTO foi pregado para Roma, embora ela fosse terrivelmente corrupta. E então aquele evangelho de CRISTO foi professa­do como uma forma exterior, por uma igreja apóstata, e ela apoderou-se do poder do governo de Roma para compelir o povo a reconhecer a religião romana, para compelir o homem a desobedecer ao SENHOR. Então, no que tornou-se o governo romano? Foi varrido da terra.
            Tão mau quanto o governo foi nos dias de Tibério, o foi nos dias de Cláudio, e nos dias de Nero, embora DEUS pregou o evangelho à Roma, e trouxe multidões de almas à luz e ao conhecimento de Seu evangelho. Mesmo para o próprio Nero, o evangelho foi pregado duas vezes pelo apóstolo Paulo, e então foram-lhe abertas as alegrias do céu. Mas quando o evangelho foi pervertido como o foi, e tornado apenas uma capa para sancionar a impiedade, em vez de buscar ao SENHOR realmente, perverteu o próprio meio que DEUS ofereceu para salva­ção, - que poderia o SENHOR fazer por um povo como aquele? O evangelho é o único meio que DEUS tem para salvar uma pessoa. Mas quando esse envangelho é tomado e usado apenas como capa para a impiedade, como pode o SENHOR possivelmente salvar a pessoa que assim o usa? Então não há nada que possa tocá-lo em absolu­to.
            Quando aquilo foi feito no Império Romano pelo poder de uma igreja apóstata, então como poderia ela mais permanecer? Ela tinha de ser varrida da terra. E agora esta nação (EUA) foi capturada pela mesma espécie de iniquidade. Aqui está uma apostasia. As igrejas se desviaram de DEUS, e se apoderaram do poder deste go­verno. Ele se vendeu a elas, e agora compele as pessoas para desonrar a DEUS. Então qual é a próxima coisa para esta nação? [Audiência - "Destruição"]. Sim; mas antes que o SENHOR a destrua, Ele mandará uma mensa­gem para seja quem for que será salvo. Qual é a mensagem? [Audiência: "A mensagem do terceiro anjo."] Sim. Então isto não nos confina esta noite, face à face, com a mensagem do terceiro anjo, que é a única coisa a ser dada debaixo do sol; e deve ser dada às pessoas que serão salvas da ruína que paira sobre esta devotada nação, que foi engodada e levada cativa por uma professa igreja protestante apóstata?
            Bem, então o fim do mundo é a próxima coisa. Então não estamos exatamente agora, nas coisas que de­vemos pregar, presos, envolvidos, e interessados, dia e hora, com os eventos que trazem o fim do mundo? Há qualquer dificuldade, irmãos, para conseguir que as pessoas do mundo vejam isto mesmo? Há qualquer dificulda­de para fazer com que as pessoas do mundo vejam o que se tornaram as nações que antes desapareceram? Há qualquer dificuldade para que os mundanos vejam eles mesmos que há aqui uma união da Igreja com o Estado? Que a Igreja levou cativo o governo dos Estados Unidos?  Qualquer dificuldade para fazê-los verem isso? Eu vos digo, irmãos, quando formos com o poder de DEUS, e mostrarmos os fatos positivos como estão diante de suas faces, e lhes digamos o que deve acontecer devido a esses fatos, eles começarão a pensar.
            Irmãos, há mais poder, há mais poder convincente, há mais poder propulsionador, na clara declaração, pela fé em DEUS, e as conseqüências destas coisas pelo fato literal diante do povo, do que nos tons do argumen­to. Vós e eu vamos com essas coisas que estão diante dos olhos de todas as pessoas, e chamamos a atenção deles para isso, e mostramos o que será o futuro, e dizemos-lhes no temor de DEUS, e por Sua graça e Seu poder que Ele nos dá, as coisas que virão, - dizemos-lhes pelos fatos reais, e por nosso fervor e devoção a DEUS, - mos­trando-lhes que cremos nas coisas nós próprios, e haverá mais convicção do que nos tons do argumento sobre questões doutrinárias. Então preguemos a mensagem como ela é hoje.
            Agora outro pensamento. DEUS teve uma igreja no mundo, e uma nação no tempo antigo, não teve? CRISTO veio àquela igreja, e àquele nação. Ele pregou o evangelho de DEUS, revelado em seus princípios vivos - o mistério de DEUS, DEUS com os homens, DEUS em carne, DEUS nos homens a esperança da glória. Ele revelou isso para eles; eles não quiseram recebê-Lo; eles O rejeitaram. Eles queriam matá-Lo; eles O perseguiram por blasfêmia, diante de Pilatos; mas Pilatos não podia notificar judicialmente a ofensa de blasfêmia, porque era uma ofensa contra a lei judaica apenas. Assim Pilatos disse, "Levai-O e julgai-O de acordo com vossas leis." Mas eles disseram, "Temos uma lei, e pela nossa lei Ele deve morrer." Mas eles não podiam condená-Lo à morte sem um decreto do Império Romano. Disse Pilatos, "Que farei com Ele?" Eles disseram, "Crucifica-O." Disse Pila­tos: "Crucificarei o vosso rei?" Eles replicaram, "Não temos rei senão Cesar."
            Quando disseram isso, não rejeitaram eles ao SENHOR absolutamente, e aliaram-se a Cesar?  Eles ti­nham de se unir a Cesar para fazer contra a verdade de DEUS, o que não podiam fazer sem isso. Quando volta­ram suas costas a DEUS, deliberadamente O rejeitaram, e tomaram Cesar como rei deles, e aliaram-se aos pode­res da terra, na face do poder de DEUS, então que mais poderia o SENHOR fazer com eles como um povo, como uma igreja, como uma nação? Nada.
            Havia indivíduos na nação, havia indivíduos na igreja, que temiam a DEUS, e não tiveram parte naquilo; mas aqueles, os homens representantes da igreja, eles fizeram aquilo. Eles se uniram, e em si mesmos se uniram à nação, e a igreja, a Cesar, voltaram suas costas a DEUS. Então, o SENHOR nada mais podia fazer por eles como nação e como igreja. Tudo o que DEUS podia possivelmente fazer, antes que a absoluta e irrecuperável ruí­na deles os varesse do mundo, era chamar para fora daquela nação e igreja os que quisessem recebê-Lo.
            Então Ele enviou Sua mensagem, Seu evangelho, àquele povo daquele dia, e houve muitos que saíram daquela igreja apóstata para o conhecimento de DEUS. JESUS chama para fora um povo para o Seu nome. Pelo evangelho que CRISTO enviou àquela igreja apóstata, as pessoas foram reunidas fora, para que fossem salvas, e então Ele lhes deu um aviso de que deveriam fugir quando a combinação inteira fosse destruída.
            Então a pregação do evangelho prosseguiu; mas há aquelas profecias, - "O mistério da iniquidade já ope­ra"; "do nosso próprio meio homens se levantarão falando coisas perversas, para atrair discípulos após eles." Em Romanos 1:8 é dito que a genuína fé da igreja de Roma, foi "pregada no mundo inteiro." E assim quando ela foi para o caminho da apostasia, tornou-se famosa por aquele mundo inteiro.
            A igreja apóstata era oposta ao sábado do SENHOR, e estava determinada a destruí-lo, e a colocar o fal­so sábado em seu lugar, mas ela não podia fazer aquilo por si mesma; e o que teve ela de fazer? A fim de fazê-lo ele teve de se unir a Cesar. Exatamente como a igreja judaica fez para tirar a CRISTO, o SENHOR do sábado, fora do caminho, assim fez a apostasia para tirar do caminho o sábado do SENHOR. Então aquilo fez seu Misté­rio, Babilônia a Grande. Esta é a próxima coisa que é dito dela: "E sobre a sua cabeça tinha um nome escrito, MISTÉRIO, BABILÔNIA A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E ABOMINAÇÕES DA TERRA." Essa é a igreja de Roma.
            Então veio a Reforma. DEUS chamou pessoas para fora de Roma através de Lutero, outros após ele. Mas cada uma dessas igrejas juntaram-se com Cesar, seguindo o exemplo da mãe, em todo lugar onde tinham uma oportunidade, exceto a Igreja Batista de Rhode Island. Todas essas outras uniram-se a Cesar, seguindo o exemplo da mãe; e assim tornaram-se suas filhas.
            Então levantou-se a nova república, e por sua total separação da Igreja de toda ligação com o Estado, estabeleceu uma nova ordem de coisas, que é apenas a ordem de coisas prescrita pelo SENHOR para o governo. Assim por seus princípios fundamentais e constitucionais, a nação vedou todas as igrejas da união com o Estado. Assim ela ficou até 1892. Mas em 1892 A.D., as professas igrejas protestantes nos Estados Unidos seguiram o exemplo da apostasia original, da igreja de Roma. E a fim de se livrar do sábado do SENHOR, e exaltar o falso sábado em seu lugar, essas igrejas se uniram ao poder terrestre, ao reino dos homens - a Cesar.
            Elas viraram suas costas ao SENHOR; elas bandonaram ao SENHOR, e juntaram-se a outro; elas se a­fastaram do poder de DEUS e colocaram sua confiança no poder do homem e do governo terrestre. Essas profes­sas igrejas protestantes nos Estados Unidos voltaram suas costas ao SENHOR, e uniram-se a Cesar, tão certamen­te quanto fez a igreja judaica e a igreja romana antes delas: e pelas mesmas razões e para o mesmo propósito. O que depois? Isto tão certo, tornou-as filhas de Babilônia, quanto a primeira grande apostasia fez da Babilônia de Roma a mãe. E elas mesmas disseram isso. "A Igreja Católica, a Mãe de todos nós," e "a Igreja Episcopal protes­tante, a linda filha de uma linda mãe" é o que um principal jornal presbiteriano publicou, da pena de um "Doutor em Divindade", algum tempo atrás; e nenhuma delas nunca negou isso até aqui, que eu tenha visto ou ouvido.
            Eles dizem isto e assim é. Até agora essas igrejas não se juntaram aos poderes da terra. Elas têm muitos caminhos mais; elas estiveram fazendo muitas coisas que estavam em desarmonia com o evangelho; elas afasta­ram-se de CRISTO; mas uma mulher pode deixar seu marido, e ainda não se juntar a outro homem; ainda há es­perança para ela voltar ao seu marido. Mas quando ela se junta com outro homem, o que acontece? - Ela foi-se completamente; ela realmente é adúltera, ela não pode ser trazida de volta. Embora desviaram-se de CRISTO, ainda não tinham se juntado a outro até 1892. Então elas deliberadamente juntaram-se com outro, - ao governo dos Estados Unidos e se apoderaram do poder desta nação. Elas fizeram disto seu esposo, sua dependência e fonte de ajuda, em lugar do SENHOR. Não são essas igrejas tão verdadeiramente apóstatas como a própria igreja pa­pal, quando ela fez isso? Não é Babilônia a mãe e filhas completas? De quê ela é mãe? "De meretrizes e abomina­ções da terra"; (Apoc. 17:4,5) e assim elas mesmas são as filhas, - foi-lhes dito e nenhuma delas contestou.
            Então o que vem depois? "Vi outro poderoso anjo descer do céu tendo grande poder; e a terra foi ilumi­nada com sua glória. E ele clamou poderosamente com uma forte voz, dizendo, Babilônia a grande está caída, está caída, e tornou-se a habitação de demônios, e o esconderijo de todo mau espírito, e coito de toda ave imunda e aborrecível. Pois todas as nações beberam do vinho da ira da sua fornicação e os reis da terra cometeram forni­cação com ela, e os mercadores da terra tornaram-se ricos pela abundância de suas delícias. E ouvi outra voz do céu, dizendo, Sai dela, povo Meu, para não ser cúmplice de seus pecados, e para não receber as suas pragas. Pois seus pecados atingiram até ao céu, e DEUS Se lembrou das iniquidades dela."
            E vede a sétima praga. E o sétimo anjo derramou sua taça no ar; e veio uma voz do templo no céu, do trono, dizendo, Está feito. E houve vozes, e trovões e relâmpagos; e houve um grande terremoto, tal como nunca houve desde que há homens sobre a terra, tão poderoso o terremoto, e tão grande. E a grande cidade foi dividida em três partes, e as cidades das nações caíram; e a grande Babilônia veio em lembrança diante de DEUS, para dar-lhe o copo do vinho da fúria da Sua ira."
            Então onde estamos nessa linha? O que vem a seguir sobre Babilônia? Os juízos de DEUS. Então pela obra direta da mensagem, a próxima coisa é as sete últimas pragas, após nossa obra naquela seqüência ser feita.
            Pela linha direta da história da conduta de DEUS com as nações, nossa nação está hoje exatamente onde outras nações do mundo estiveram, quando elas voltaram suas costas para DEUS e recusaram buscá-Lo. Sabemos o que veio sobre elas. E tão certo como a ruína veio sobre aquelas nações, tão certamente a ruína aguarda esta nação. E a influência desta nação alcança todo mundo.
            Portanto, quando a ruína vier sobre esta nação, virá também sobre todo o mundo. Quando essas igrejas, que deveriam chamar o povo e as nações para buscar ao SENHOR, tiverem seguido o exemplo da apostasia e abandonarem o SENHOR e ensinarem os homens a depender do poder terrestre, então qual é a utilidade delas no mundo? Nenhuma. Então o que paira sobre as igrejas? Somente a destruição, pelos juízos de DEUS. Mas há o povo de DEUS nelas, e antes da queda e ruína finais DEUS os chama para sair. Mas o que os chama para sair é a mensagem do terceiro anjo, o alto clamor da mensagem do terceiro anjo. Então, onde estamos, irmãos? Estamos no alto clamor. Oh, então deixemos que essa voz seja ouvida.
            Então há mais três linhas nesta noite, exatamente tão distintas como as três que tivemos na noite passada, as quais nos encerram na mensagem do terceiro anjo, como a lemos.
            Lerei uma passagem que pertence exatamente àquelas que lemos na noite passada [de E.G.White]: -
            "Quando o povo de DEUS humilhar a sua alma diante Dele, individualmente buscando Seu ESPÍRITO SANTO de todo coração, será ouvido dos lábios humanos tal testemunho como está representado nesta Escritura: 'Após estas coisas vi outro anjo descendo do céu, com grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória.'"
            Agora leio outra que se liga diretamente com aquela:
            "JESUS anseia outorgar a dotação celestial em grande medida sobre Seu povo. Orações estão ascendendo a DEUS diariamente para o cumprimento da promessa, e nenhuma das orações postas com fé é perdida. [Orações estão ascendendo diariamente por aquilo. Estão vossas orações entre elas?] CRISTO ascendeu ao alto, levando cativo o cativeiro e deu dons aos homens. Quando após a ascenção de CRISTO, o ESPÍRITO desceu como pro­metido, como um impetuoso, poderoso vento, enchendo todo lugar onde os discípulos estavam reunidos, qual foi o efeito? Milhares foram convertidos num dia. Temos ensinado, temos esperado que um anjo deve descer do céu, para que a terra seja iluminada com sua glória. Então contemplaremos uma colheita de almas similar àquela tes­temunhada no dia de Pentecostes.
            "Mas esse anjo não vem trazendo nenhuma mensagem branda, agradável, mas palavras calculadas para agitar os corações dos homens nas suas próprias profundezas. Esse anjo é representado como clamando podero­samente com uma forte voz, dizendo, 'Babilônia a grande está caída, está caída, e tornou-se a habitação de demô­nios, e o covil de todo espírito mau, e o coito de toda ave imunda e aborrecível.' 'Sai dela, Meu povo, para que não sejas participante dos pecados dela e para que não recebas as suas pragas.' Somos realmente como agências humanas, para cooperar com as instrumentalidades divinas em soar a mensagem desse poderoso anjo que deve iluminar a terra com sua glória?"
            Onde estamos? No alto clamor do terceiro anjo. Essa mensagem do anjo deve ir, para chamar o povo de DEUS para fora de Babilônia. Mas o anjo desceu tendo grande poder. Então, não somos levados face à face com a ordem para que o poder que devemos ter, para sermos revestidos com poder do alto, o poder que é trazido pelo ESPÍRITO de DEUS? Não estamos lá? [Audiência: "Sim"]. Bem, então irmãos, fiquemos lá. Fiquemos ali, cla­mando por esse poder, e dependendo inteiramente Dele quando vier.